O programa imposto pela troika (FMI-UE-BCE), com submissão ou apoio do Governo PS, do PSD, do CDS, e do Presidente da República, consubstancia-se como um golpe de estado constitucional, um ataque fortíssimo à democracia e à soberania nacional, uma clara capitulação perante a ingerência externa, uma negação do desenvolvimento do país, um autêntico atentado aos trabalhadores (as) e ao povo. Este “Acordo” não é inevitável e jamais pode ser entendido como lei.

De novo na Rua, a demonstrar que com a Luta um Novo Rumo é possível, muitos milhares de trabahadores e trabalhadoras voltaram a "inundar" as avenidas do Porto e de Lisboa.
Mais uma vez os trabalhadores e o seu Movimento de Classe reafirmaram a sua firme determinação de não desistirem de Portugal.
Mais uma vez os trabalhadores e o seu Movimento de Classe reafirmaram a sua firme determinação de não desistirem de Portugal.
Foram muitos mil os que quiseram reafirmar que não desistem, que levarão a luta até ao voto, que não permitirão aos que nos empurraram para o desastre, que continuem a governar (-se).
Entre esses muitos mil, como sempre, uma muito significativa delegação do norte-alentejanos/as que ali as preocupações, mas também a disponibilidade para a luta de quantos e quantas elegeram o Norte Alentejano, para trabalharem e viverem.
Hoje como ontem e como será nos próximos dias não deixamos de reafirmar a nossa determinação em contribuirmos para que também aqui possamos travar o desastre e construir um futuro diferente.
Sem comentários:
Enviar um comentário