segunda-feira, 27 de agosto de 2012

MARCHAR CONTRA O DESEMPREGO !


MARCHA CONTRA O DESEMPREGO DE 5 A 13 DE OUTUBRO DE 2012

O Norte Alentejano nos percursos da Marcha e com a Marcha na chegada a Lisboa

     O Distrito entregará o testemunho da situação vivida no distrito à Marcha e integrá-la-á quando esta estiver no distrito de Évora.
     Dia 9 de Outubro, terça-feira, às 8 horas concentração dos Manifestantes em Avis num plenário com a população seguindo-se a saída em autocarro para Arraiolos onde se passará o testemunho seguindo-se uma caminhada até Montemor-o-novo.
     No dia 13 uma representação do distrito integrar-se-á na Marcha em Cacilhas e seguirá para Lisboa.
     No Cais do Sodré estarão a receber A Marcha (coluna Sul)  uma ampla delegação  de desempregados e ativistas de todos os concelhos do distrito

Ações a desenvolver no período em que decorre a Marcha

Acções a desenvolver no/pelo Norte Alentejano
Data
Região c/ Marcha
Iniciativas
Dia 5 (6ª feira)
Algarve
Portalegre – Confª de Imprensa
Dia 6 (Sáb.)
Algarve
Acção de Informação no Mercado-PTG
Dia 7 (Dom.)
Beja
Acção de Informação - Avis
Dia 8 (2ª feira)
Beja / Évora
Acção de Rua em Elvas - IEFP
Dia 9 (3ª feira)
Évora / Portalegre (*)
Concentração-Avis, entrega do
testemunho em Arraiolos.
Dia 10 (4ª feira)
Litoral Alentejano
Acção de Informação PTG -IEFP
Dia 11 (5ª feira)
Setúbal
Acção de Informação P.Sor - IEFP
Dia 12 (6ª feira)
Setúbal
Acção de Rua em Nisa
Dia 13 (Sáb.)
Setúbal/ Lisboa
Portalegre integra-se em Cacilhas


     A Comissão Executiva da União assume a direção da Marcha no distrito distribuindo as responsabilidades pela direção e ligação aos concelhos e aos dirigentes que em cada um exercem o seu trabalho.

Ninguém pode ser dispensado!
A Marcha é mais que um protesto.
É a afirmação da vontade de todo um povo em dar a volta a isto!

Juntos vamos conseguir!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Massacre de Mineiros em Greve.


“os culpados da violência e dos assassinatos, alguns já presos, têm de ser condenados”.


Queridos camaradas da COSATU,

É com muita preocupação que a CGTP-IN, central sindical portuguesa, e os seus sindicatos filiados, incluindo o dos Mineiros, seguem os mortíferos confrontos na mina de platina em Lonmin.

Expressamos, em primeiro lugar, as nossas mais sentidas condolências aos familiares das vítimas e condenamos todos os atos de agressão, particularmente por parte da força de polícia.

Concordamos inteiramente com a posição do vosso filiado, o Sindicato Nacional dos Mineiros (NUM) ao declarar que “a perda de vidas humanas foi desnecessária e a violência nunca poderá sobrepor-se ao diálogo”. Nada pode justificar os bárbaros assassinatos pela polícia, a sangue frio, a que assistimos.

Estamos conscientes de que o contexto por detrás da violência em Lonmin reside no facto de a empresa mineira sabotar os processos e estruturas de negociação e de ignorar o atual contrato coletivo, tentando ao mesmo tempo dividir os trabalhadores e os sindicatos.

É preocupante que a violência e a repressão policial possam estar a dar sinais de regressar ao país de Mandela, que foi um brilhante exemplo de uma das mais corajosas lutas pela democracia, pela liberdade e pela igualdade que o mundo jamais conheceu.

Queridos Camaradas,

Como afirma o NUM “os culpados da violência e dos assassinatos, alguns já presos, têm de ser condenados”.

Finalmente, transmitimos a nossa fraterna solidariedade à COSATU, aos trabalhadores e ao povo da África do Sul, neste momento de dor, mas também de construção de uma sociedade de paz, desenvolvimento e justiça social.

Augusto Praça
Secretário Internacional
Comissão Executiva da CGTP-IN - Portugal

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Defender o Ramal de Cáceres

Sindicalistas, autarcas, ambientalistas e população do Alentejo e da Extremadura unidos em defesa do transporte ferroviário.


Declaração do CSIR Alentejo/Extremadura

(Presidência)

Caros/as Companheiros/as,

Hoje voltamos à estação da CP da Beirã para reafirmarmos o nosso descontentamento e indignação por o Governo Português ter persistido na sua vontade de nos manter ainda mais isolados de juntar o desmantelamento do Ramal de Cáceres ao já desmantelado serviço de passageiros na linha do Leste.

O Plano Estratégico dos Transportes anunciado pelo governo português, em Outubro de 2011, dava conta da intenção de acabar com o serviço de passageiros nas linhas existentes no Norte Alentejano (linha do leste e Ramal de Cáceres), passando a primeira para serviço de mercadorias e desactivando a segunda como aliás já havia feito com o Ramal de Portalegre.

O Serviço Internacional Lisboa/Madrid seria desviado para a Linha da Beira Alta.
A população e o movimento sindical demonstraram de imediato o desacerto dessa decisão e iniciaram um movimento de protesto e contestação cujos momentos mais relevantes aconteceram com o Encontro de Autarcas do Norte Alentejano e da Extremadura, realizado em Marvão e com o Manifesto ali aprovado e denominado Manifesto da Beirã, o Encontro Sindical Transfronteiriço que realizámos em Portalegre e as diversas acções desenvolvidas pelo Movimento Sindical do Alentejo e da Extremadura em Cáceres, Valência de Alcântara, Elvas e Beirã.

Hoje, a poucas horas de se concretizarem as intenções do governo de desactivação do Ramal de Cáceres e dessa forma privar todo o distrito de Portalegre do serviço ferroviário de passageiros e a Extremadura, dos serviços do comboio Lusitânia, o movimento sindical de ambos os lados da “fronteira” integrado no Conselho Sindical Interregional Alentejo/Extremadura reafirma a sua adesão ao teor do Manifesto da Beirã, retoma as exigências feitas no Encontro Sindical Transfronteiriço de Portalegre e assume o compromisso de continuar a mobilizar os trabalhadores e as populações do Alentejo e da Extremadura na exigência de políticas que possibilitem a construção de uma Euro-Região mais coesa, solidária e sustentável só possível com o desenvolvimento de estratégias que facilitem a circulação no interior da Euro-região e da sua ligação com todo o território da Ibéria e da Europa.

Nesse combate ao isolamento que tanto mal causou aos territórios e povos da Euro-Região Alentejo/Extremadura não bastam a eliminação das fronteiras politico-administrativas e os discursos e afirmações de vontade de romper fronteiras.

É fundamental criar as condições logísticas e administrativas que facilitem a circulação e isso não se consegue com a criação de portagens ou a desactivação de serviços de transportes.

Por isso reafirmamos a exigência do restabelecimento do transporte ferroviário no distrito de Portalegre com a remodelação e electrificação das linhas do Leste e a manutenção do Ramal de Cáceres e a passagem do Comboio Lusitânia.


Beirã, 2012-08-14

 A Presidência do CSIR Alentejo/Extremadura.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012


MUDANÇA DO PERCURSO DO COMBOIO LUSITÂNIA EXPRESSO HOTEL E PELA DESATIVAÇÃO DO RAMAL DE CÁCERES
 
Os Presidentes das Câmaras Municipais e os Alcaides dos Ajuntamentos  e afetados pela mudança do percurso do comboio Lusitânia Expresso Hotel e pela desativação do ramal de Cáceres irão reiterar o total apoio ao Manifesto da Beirã na estação dos Caminhos de Ferro de Marvão-Beirã no dia 14 de Agosto, pelas 12H30.

A esta iniciativa juntar-se-ão o Conselho Sindical Interregional Alentejo/Extremadura e as estruturas de defesa do ambiente de ambos os lados da fronteira.

Por considerarmos que estamos no caminho certo ao defender a manutenção de uma infraestrutura que nos serviu (a Portugal e Espanha) desde 1880 apelamos a todos os que queiram mostrar a sua solidariedade com a nossa causa para estarem presentes na estação de Caminhos de Ferro da Beirão no dia e hora acima referidos.

União dos Sindicatos do Norte Alentejo/cgtp-in

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Jovens pela Paz voltam a escolher Avis


Avis voltou a ser este verão a Capital da Juventude e da Paz


SAUDAÇÃO AO ACAMPAMENTO PELA PAZ

A União dos Sindicatos do Norte Alentejano saúda fraternalmente o “Acampamento pela Paz  2012”.

Desejamos uma boa estadia no Norte Alentejano e que as vossas atividades de teatro, música, desporto e de debate decorram segunda as vossas expectativas. Esperamos que possam desfrutar da melhor forma do contacto com a natureza. A saída para fora dos edifícios, onde muitos passamos grande parte do tempo, o caminhar ao ar livre e o contacto com a natureza constituem um estímulo essencial para a formação ambiental dos jovens e dos menos jovens e são essenciais para uma vida saudável.

Registamos com satisfação que a defesa da Constituição da República Portuguesa está em grande destaque no vosso acampamento, pois vivemos momentos em que quem nos governa e quem preside à nossa república não tem a CRP presente quando se trata de alterar a legislação laboral.



Viva o Acampamento pela paz! Viva a juventude! Viva a república!



Portalegre, 25 de julho de 2012





A Comissão Executiva da USNA/cgtp-in