sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

É Preciso Resistir. Vamos continuar a luta!



O governo e os patrões continuam a guerra contra os trabalhadores/as e contra as regiões que como a nossa, estão afastadas dos centros de decisão e não tem "peso" eleitoral que justifique a atenção dos detentores do Poder.
No distrito de Portalegre foram destruídos nos últimos anos cerca de 5 mil postos de trabalho e encerraram mais de uma centena de empresas e serviços.
Sob a indiferença de muitos, a falsa preocupação de outros e o "desespero" de quantos/as se veem privados/as do rendimento necessário às suas famílias, prossegue o desmantelamento do tecido económico regional e o empurrar dos mais jovens e qualificados para fora da região e do país.
É contra este caminhar para o abismo que mais uma vez saímos à rua.
Foi a tentativa, mais uma, de levar os governantes e os seus representantes no distrito a entenderem que não podem ficar de fora do esforço que temos que fazer para inverter as politicas até agora impostas ao distrito.
Porque é preciso Mudar de Rumo, não baixaremos os braços!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

NÃO NOS RENDEMOS. A LUTA CONTINUA!


É urgente uma mudança de políticas!
É indispensável a criação de mais e melhor emprego.
É preciso produzir bens e serviços que reduzam as importações e o endividamento do país.
É inadiável o aumento real dos salários e das pensões, o reforço da protecção e dos apoios sociais para os desempregados e as famílias mais carenciadas. Os patrões têm de pagar os 15€ que devem aos trabalhadores que auferem o SMN.
É hora de unir forças e vontades contra mais a destruição do aparelho produtivo regional, para travarmos o encerramento das empresas e o crescimento vergonhoso dos salários em atraso!
Esta politica não é inevitável: pode e deve ser mudada.
É possível e necessária uma política económica que sirva os trabalhadores e a população.
Vamos continuar a reclamá-la.
Dia 27 de Janeiro voltamos à rua.
Às 15 horas, concentração no Lrg. Frederico Laranjo com desfile para o Centro de Emprego!
Não há que perder tempo! Unidos podemos!
Vamos garantir o futuro!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dirigentes sindicais detidos junto à residência oficial do Primeiro Ministro!



Dois dirigentes sindicais, foram detidos ontem, 18 de Janeiro, junto à residência oficial do primeiro-ministro, após o plenário que ali decorreu, da parte da tarde, por iniciativa da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública. O cordão policial foi-se reforçando ao longo do plenário sindical, realizado a cerca de 100 metros da residência oficial do PM, em São Bento.
Os dirigentes sindicais, levados para uma esquadra de Lisboa, só foram libertados quase três horas depois.
Os dirigentes sindicais que foram algemados pela polícia e levados para a esquadra de Alcântara estavam a dirigir-se para a Assembleia da República, onde iriam integrar a delegação de representantes da comunidade educativa que tinha reunião marcada com a comissão parlamentar de educação e ciência.
Cerca de 150 manifestantes decidiram manter-se no local até que aqueles dirigentes
fossem libertados, o que só veio a acontecer quase três horas depois. Vários deputados manifes-taram já a sua solidariedade com os sindicalistas, garantindo mesmo uma interpelação ao Governo
A concentração/plenário de dirigentes, delegados e activistas sindicais da administração pública, em que se incluíam vários dirigentes desta União, destinou-se a contestar os cortes salariais. Durante duas horas, numa das ruas das imediações, registaram-se várias intervenções, entre os quais, o do Secretário-geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva.
O plenário reuniu centenas de activistas, entre os quais várias dezenas de dirigentes do distrito que aprovaram, por unanimidade e aclamação, uma Resolução em que se denuncia – em consonância com as intervenções que marcaram esta iniciativa – a política que tem vindo a ser seguida por sucessivos governos “e que está a permitir uma brutal acumulação de lucros ao grande capital enquanto retira direitos aos trabalhadores e degrada as suas condições de vida”.
A União dos Sindicatos do Norte Alentejano condena energicamente esta postura das forças policiais e sobretudo, de quem lhes ordena a acções violentas e repressivas contra os trabalhadores, os seus direitos e a legalidade democrática.
Exorta os trabalhadores e a população do distrito a continuarem e a reforçarem a luta na rua e a levarem o protesto e a luta até à mesa de voto, como a melhor e mais eficaz forma de responder aos traços de “antigamente” que começam a espreitar a sociedade portuguesa.

Portalegre, 2011-01-19

A Comissão Executiva da USNA/cgtp-in