
A USNA/cgtp-in integra, com a CGTP-IN, a Comissão Promotora da Manifestação do próximo dia 20 de Novembro, a realizar em Lisboa – com saída às 15H00 do Marquês de Pombal para os Restauradores – em defesa da paz e contra a cimeira da NATO em Portugal.
Para a União , a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores e do Norte Alentejano é inseparável da acção prática nos domínios da solidariedade internacionalista e da defesa da Paz no Mundo.
Neste contexto e perante a violenta ofensiva que – primeiro a pretexto da crise e agora do combate ao défice e à dívida pública – atinge, fundamentalmente, os trabalhadores e as camadas mais pobres da nossa sociedade e justifica a convocatória da GREVE GERAL de 24 de Novembro, a USNA/cgtp-in salienta que o aumento das despesas militares e a participação de Portugal na NATO só contribuirão para agravar, ainda mais, as condições de quem trabalha.
Para além disso, a Cimeira da NATO propõe-se rever o seu chamado Conceito Estratégico. Na verdade, a NATO pretende auto justificar a legitimidade – que nada nem ninguém lhe atribuiu - de intervir onde e quando entender, pelos mais diversos motivos, reais ou fabricados.
A USNA/cgtp-in, fiel aos princípios inspiradores da Revolução de 25 de Abril de 1974, sempre defendeu a dissolução da NATO, aliás, de acordo com a formulação expressa na Constituição da República Portuguesa, que preconiza, de forma clara e inequívoca, a dissolução simultânea e controlada dos blocos político-militares.
A Campanha “ Paz Sim, NATO Não! “, que a USNA e a CGTP-IN integram desde a primeira hora, tem sido importante no esclarecimento, sensibilização e mobilização da opinião pública portuguesa para os perigos que representa este “ novo “ papel que a NATO pretende desempenhar na cena internacional.
Por tudo isto, a União dos Sindicatos do Norte Alentejano apela aos trabalhadores e trabalhadoras do nosso distrito para que participem na MANIFESTAÇÃO DE 20 DE NOVEMBRO, de forma a dar expressão à luta pela paz, pela solidariedade entre os povos, contra o belicismo e as ingerências externas, pelo progresso económico e social.
PAZ SIM! NATO NÃO!
A Comissão Executiva
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